domingo, 13 de janeiro de 2019

Teste - HTP


O Teste HTP do inglês, House, Tree, Person é um teste de grafismo aplicado em avaliações psicológicas, sendo frequentemente utilizado em testes de admissão de empresas e por órgãos do serviço público. 

Fundamentos 

O teste HTP deriva da interpretação das teorias de Sigmund Freud, ampliando-se o conceito de que "A criança é o pai do homem". 

Considerando que o desenho é um hábito comum entre as crianças, o teste HTP, aplicado em adultos, é utilizado para a detecção da realidade interna, tentando ultrapassar a barreira sobre como utilizamos uma máscara: a beleza, perfeição e estética. Neste sentido, através do uso do desenho, busca-se a exatidão da psique através do que se revela: a essência, o fenômeno existencial, o homem como é. 

Traços de personalidade 

O teste consiste em se submeter uma folha em branco com o tema Casa, Árvore e Pessoa. Através da análise do desenho produzido busca-se um traço de personalidade: a imagem interna de si mesmo e de seu ambiente. 

Considera-se, no teste HTP, que os desenhos têm grande poder simbólico, reveladores de experiências emocionais e de ideais ligados ao desenvolvimento da personalidade. 

FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

Teste WISC

 
O teste WISC consiste de algumas provas que propõem perguntas sobre: 

Prova Um: Informação (que testa o domínio dos conhecimentos gerais), 

Prova Dois: Compreensão (remetem a vivência pessoal e situações de natureza social), 

Prova Três: Aritmética (verifica a capacidade de o sujeito usar conceitos numéricos abstratos e operações aritméticas indicativas de seu desenvolvimento cognitivo), 

Prova Quatro: Semelhanças (exige um raciocínio de inclusão de classes, em que o sujeito busca aspectos qualitativos das relações básicas entre as coisas que podem ser aparentemente distintas), 

Prova Cinco: Vocabulário (reflete o nível cultural, de escolaridade e o meio sociocultural em que vive. Pretende dar uma visão da capacidade da criança, para adquirir informações, de sua riqueza de ideias, do tipo e da qualidade de sua linguagem), 

Prova Seis: Números (explora-se nesse teste o nível de concentração e atenção, a memória verbal de números), 

Prova Sete: Completar figuras (o sujeito deve nomear ou apontar o que falta. Exige atenção e identificação visual de objetos, com uma rápida discriminação do que é essencial no global da figura), 

Prova Oito: Arranjo de figuras (explora a percepção de detalhes nos diferentes cartões, englobados numa compreensão lógica no total. Usa situações sociais do cotidiano e de fácil ocorrência no meio), 

Prova Nove: Cubos (explora a percepção, análise, síntese e reprodução de desenhos abstratos. É uma prova não verbal, que usa relações espaciais para verificar aspectos de raciocínio lógico. É necessária também certa coordenação visomotora), 

Prova Dez: Quebra-cabeça (requer uma percepção de detalhes com boa antecipação visual das relações parte-todo, síntese de formas visuais concretas, coordenação visomotora, flexibilidade para trabalhar em meta desconhecida), 

Prova Onze: Código (explora a capacidade de aprender a associação de símbolos e formas ou números, revelando a destreza visomotora e a coordenação motora fina). 

FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325



Provas do Diagnóstico Operatório


As provas do diagnóstico operatório contemplam as atividades que objetivam: 

1. Conservação de pequenos conjuntos discretos de elementos 
2. Conservação das quantidades de líquidos (transvasamento) 
3. Conservação da quantidade de matéria (quantidade 

contínua)

4. Conservação do comprimento 
5. Conservação do peso 
6. Conservação do volume 
7. Classes - mudança de critério (dicotomia) 
8. Quantificação da inclusão de classes 
9. Intersecção de classes 
10. Seriação de bastonetes 
11. Prova de combinação de fichas duplas para pensamento formal 
12. Permutações possíveis com um conjunto determinado de fichas 


FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

Técnica: Situação Agradável e Desagradável


A presente técnica tem como objetivo verificar o que o sujeito revela ou está por revelar, por meio da projeção no papel, o conteúdo manifesto ou latente de sua problemática de aprendizagem, ou mesmo do contexto familiar que o mantém impossibilitado para o conhecimento escolar e/ou de vida. A técnica em si, além do objetivo a que se propõe, auxiliará o terapeuta a confirmar ou refutar hipóteses levantadas anteriormente. 

Para sua aplicação dever estar disponíveis para o sujeito os seguintes materiais: 

papel sulfite ou colorido, canetas hidrográficas de diversas cores. Papelão de tamanhos variados, lápis de cor, no mínimo uma caixa contendo doze unidades, tinta guache com cores básicas, massa de modelar (em potes), lápis preto nº2, borracha, apontador, pincel atômico: vermelho e azul, lápis de cera de uma espessura mais forte, papéis coloridos, régua, tesoura e cola. 

Esses materiais tem a finalidade de liberar a criatividade, seduzindo o sujeito para a execução de "algo", que muitas vezes, ele mesmo nem sabe, conscientemente, o seu produto final. 

A consigna é: "Gostaria que você mostrasse para mim, uma situação de que gosta muito." Deve-se acrescentar: "Use o que quiser desses materiais." Ao término da atividade o terapeuta deve indagar sobre o que foi feito, explorando o conteúdo latente do material. Em seguida, ou mesmo em outra sessão, deve-se solicitar ao sujeito que mostre, utilizando os materiais, uma situação de que não gosta. 


FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

Técnica Psicopedagógica do Desenho da Família


Essa técnica tem como principais objetivos: 

- Por meio do desenho da família, verificar como a criança se coloca no contexto familiar, seus vínculos afetivos com as pessoas e com o conhecimento, com a finalidade de subsidiar o teste Pareja Educativa (a relação do ser que ensina com o ser que aprende) e levantar os déficits cognitivos aparentes. 

- Propicia também a leitura de forma pela qual a criança se percebe diante do saber e consequentemente a sua síntese cognitiva sobre o "não aprender", deixando claro no contexto latente a função da "doença", para ela e no meio familiar. A aplicação e análise do teste da família se baseiam na prática pedagógica. 

Na análise desse desenho, temos verificado que as crianças que apresentam desajustes ou inadequação ao ambiente familiar revelam no desenho alguma problemática nesse sentido, o que pode, segundo Visca (1987), trazer consequências desastrosas ao vínculo com o conhecimento. 

O psicopedagogo deve estar atento para a análise dos conteúdos manifestos e latentes, tais como: 

- afetividade - proximidade, distanciamento ou omissão dos vínculos; - aspecto motor ou de vinculação coma tarefa - tipo de traçado, - maturidade cognitiva do desenho. Com a finalidade de observar se o caso merece uma avaliação psicológica (caso de encaminhamento), solicita-se á criança que primeiro desenhe a família que gostaria de ter (a ideal), em seguida, sobre sua família (real). Pede-se a seguir que dê nomes e idades e fale sobre os desenhos, verificando a correspondência coma realidade da criança, estruturação das frases, sequenciação (início, meio e fim),


FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

Técnica Psicopedagógica da Figura Humana


A presente técnica tem como objetivos:
 
- Verificar na criança, por meio do seu desenho, o nível de maturidade cognitiva (indicadores) e psicológica para o início da escolaridade; 
- Obter indicadores pela associação do desenho da figura humana, associado aos aspectos psicomotores, sobre o esquema corporal da criança. Essa técnica mede o nível de maturação para a aprendizagem da leitura e da escrita. 

A organização desse teste partiu do pressuposto que a elaboração é normalmente influenciada pelo treinamento, em geral adquirido na pré-escola. Esse aprendizado, segundo os autores, parece refletir de forma específica na execução da figura humana. O esquema corporal é a consciência imediata do nosso corpo. Toda vez que a criança desenha, tende a revelar-se, pois, para ela, o desenho é mais um veículo para exprimir ideias do que uma técnica de produção artística. 

As crianças, que rabiscam seus desenhos ou ficam envergonhadas diante de sua produção ou fazem uma figura estranha e contorcida, devem ser observadas, pois são possíveis portadoras de sintoma de comportamento perturbado ou de problemas emocionais. 


FONTE
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

Técnica Psicopedagógica do Desenho Livre



Os objetivos dessa técnica são: 

- verificar, por meio da análise dos conteúdos manifestos e latentes, no desenho, os aspectos afetivos, cognitivos, motores e emocionais que elucidam a dificuldade de aprendizagem; 

- analisar a produção do sujeito em relação à produção de crianças da mesma série; 

- observar o desenho como um todo e interpretá-lo levantando em consideração as hipóteses levantadas na aplicação de outras técnicas. 

A técnica consiste em oferecer à criança papel sulfite, lápis preto, lápis de cor e borracha. 

Dá-se a seguinte consigna: "Desenhe o que você quiser." Observa-se a execução de movimentos, o envolvimento da criança com a sua produção, a forma pela qual utiliza os materiais e as dificuldades apresentadas. 

Executado o desenho, pede-se para a criança falar sobre o que desenhou objetivando verificar significantes significados e a construção do pensamento. 

Pode-se solicitar que o sujeito escreva o que falou sobre o desenho. 

Avaliam-se os seguintes aspectos: 

- Motores: movimento, tipo de traçado. 

- Cognitivos: a adequação das formas, detalhes e tamanhos dos objetos, buscando relacioná-los com o conteúdo verbal. 

- Afetivos: verificam as cores utilizadas, o vínculo coma situação de execução do trabalho e o conteúdo manifesto do desenho quanto à proximidade ou distância dos objetos em relação à criança. É importante buscar relacionar a execução e produção do desenho com o grafismo da criança. 

- Análise da escrita: o conteúdo na escrita tende a ser menos extenso do que a narrativa. Quando este é muito restrito, revela um bloqueio na vinculação do sujeito, com sua produção, pelo medo do ataque. 

Deve-se ater à análise dos seguintes aspectos:

 - dificuldade na construção de palavras e frases; 

- em que período silábico a criança se encontra; 

- que tipo de erro é cometido, se é perseverante ou não; 

- presença de trocas de letras, perseverantes ou não; 

- se os erros cometidos são decorrentes de um déficit na alfabetização, com a finalidade de pesquisar se a causa é decorrente de uma insuficiente pedagogia escolar ou familiar;

 - tipo de escrita: repassada; letra muito pequena ou muito grande; pressão do tônus muscular, déficit de coordenação motora; déficit na noção têmporo-espacial; uso excessivo de borracha.


FONTE


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/conteudo/diagnostico/10325

A psicopedagogia no Brasil: Novas Perspectivas

Palestrante: Pp. Jossandra Barbosa Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil - SINDPSICOPP-BR Historiadora Psicopedagoga Neuropsi...