quarta-feira, 22 de junho de 2016

A RAZÃO CARTESIANA




Para que seja possível compreendermos a ascensão dos princípios da razão iluminista, somos obrigados a recuar nossos olhares para outras tantas manifestações que embasaram as do século XVIII, o “século das luzes”. Entre elas, damos destaque especial ao debate empreendido pelo filósofo francês René Descartes. Vivendo no século anterior ao iluminismo, esse intelectual lançou os avatares que explicam muitas das concepções defendidas entre os ilustrados.
Segundo este autor, a razão é a única via segura pela qual o conhecimento do mundo pode ser obtido. Particularmente, a visão racionalista de Descartes defende a possibilidade de alcance de uma verdade absoluta, incontestável. Mas afinal, como seria viável desenvolver o conhecimento em busca desse tipo de verdade superior? De acordo com o pensamento cartesiano, era necessário primeiramente duvidar de todo conhecimento acumulado anteriormente sobre um assunto.
Passado o momento em que as novas questões sobre o objeto surgiram, era necessário que a experimentação e a observação fossem realizadas para a abertura de novos caminhos que pudessem explicar melhor aquilo que foi estudado. As novas conclusões elaboradas deveriam, dessa maneira, compor um conjunto de leis que pudessem esgotar todos os aspectos que se relacionam com a compreensão do objeto. À medida que se mostrassem eficazes, essas leis comprovariam a tese elaborada por um estudioso.
Esse caminho constituído pela dúvida, a experimentação e a formulação de leis demonstra visivelmente as influências que viriam a predominar na constituição dos preceitos racionalistas do iluminismo. No século XVII, a razão cartesiana foi claramente respaldada pelo grande número de obras, teorias e concepções desenvolvidas no âmbito das ciências da natureza. Áreas do conhecimento como a Matemática, a Física e a Astronomia aplicavam noções semelhantes às que foram sugeridas por Descartes.
Ao chegarmos ao século XVIII, vemos que diversos dos intelectuais que pensaram as instituições políticas, as relações sociais e a economia foram de alguma forma influenciados pelas concepções de verdade, razão e conhecimento anteriormente acumuladas. Do mesmo jeito que Kepler e Newton conseguiram racionalmente teorizar leis físicas e astronômicas, pensadores como Montesquieu e Adam Smith pensavam ser possível compreender e apontar os princípios das instituições humanas.
É bem verdade que essas noções oferecidas pelo pensamento cartesiano puderam estabelecer pontos diversos dos princípios iluministas. No campo político, por exemplo, diversos pensadores do século XVIII concordavam ser imprudente a fusão entre os assuntos políticos e os valores religiosos. Além disso, por meio da reflexão sobre a condição humana, não conseguiam aceitar a validade das tradições jurídicas oriundas do mundo feudal.
Em contrapartida, vemos que as concepções do pensamento cartesiano foram responsáveis pelo desenvolvimento de uma noção bastante rígida de razão. No século XIX, a filosofia positivista passou superestimar o racionalismo chegando ao ponto de não estabelecer os limites que o mesmo possuiu ao representar uma das várias formas que o homem pode entender o mundo. Ao longo do século XX, novas descobertas no campo das ciências humanas e exatas colocaram a razão cartesiana em xeque.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola 
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
SOUSA, Rainer Gonçalves. "A razão cartesiana"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/historiag/a-razao-cartesiana.htm>. Acesso em 22 de junho de 2016.

Televisão Digital: Interativa ou Reativa?

(...) O que temos percebido (...) é que os programas e serviços interativos oferecidos atualmente por algumas emissoras da TV digital, seguem uma programação pré-definida pela emissora de forma que, apenas podemos caracterizar essa interação como sendo reativa, segundo a perspectiva de análise de Primo (2007), pois mesmo que o interagente possa escolher novos caminhos ou clicar em opções diferentes a cada nova entrada no programa, o resultado será sempre aquele que a emissora pré-estabeleceu para o seu roteiro, sem a possibilidade de modificar, alterar ou propor novos rumos.

(...)A TV digital apresentada como interativa é, na verdade, uma TV digital de interação reativa em que cabe ao interagente tão somente selecionar opções e caminhar por trilhas já pré-estabelecidas. Não é oportunizado a ele fazer seu próprio roteiro ou criar novos rumos. 

(...) A falta de interatividade ou de interação mútua na TV digital hoje, não é causada por limitações técnicas, mas, sim, devido a definições que, em última instância, representam interesses políticos, econômicos e ideológicos por parte das emissoras de TV que não desejam modificar o modelo hegemônico de negócio historicamente consolidado com a televisão analógica.

Essas e outras questões estiveram presentes desde o início do processo de implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), instituído no Brasil em 2003 por meio do Decreto 4.901/03, que tinha como um dos seus objetivos “propiciar a criação de rede universal de educação à (sic) distância”. Em função do processo de implantação do SBTVD, grande expectativa foi criada em torno do que poderia ser a televisão digital no Brasil, já que um grande consórcio entre universidades e empresas havia sido formado e essas discussões teóricas e técnicas estavam no centro do debate, gerando uma grande expectativa sobre o futuro nessa área. No entanto, em 2006, de forma não satisfatória, foram estabelecidos os padrões para o SBTVD por meio do Decreto 5.820/06. Esse decreto prevê no seu artigo 13 a possibilidade de implantação de um Canal de Educação voltado “para transmissão destinada ao desenvolvimento e aprimoramento, entre outros, do ensino à (sic) distância de alunos e capacitação de professores”.

Mesmo assim, são grandes as possibilidades tecnológicas da TV digital e, para tal, torna-se importante discutir quais as possibilidades trazidas para a educação pela TV, já que ela potencializa a interatividade liberando o pólo da emissão, por meio do canal de retorno, para que todos possam ser interagentes autônomos e capazes para construir interações mútuas. Para a educação isso é de extrema importância, pois não precisamos de mais uma TV, agora em formato digital, que seja apenas reativa, onde os sujeitos não possam ao mesmo tempo buscar informações e disponibilizar seus saberes e suas culturas. A TV digital possui, potencialmente, as condições tecnológicas que precisamos para construir educações em redes digitais que proporcionem uma interação mútua, problematizadora e em constante transformação.

Fonte: AS NOVAS EDUCAÇÕES E OS POTENCIAIS DA TV E DAS REDES DIGITAIS
Simone de Lucena Ferreira – UNIT
Nelson De Luca Pretto – UFBA
Agência Financiadora: FAPESB





Alex Primo

Alex Primo é professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS e pesquisador com bolsa produtividade do CNPq. Possui mestrado em Jornalismo (Ball State University) e doutorado em Informática na Educação (UFRGS). Sua tese de doutorado foi premiada pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e pela Sociedade Brasileira de Informática na Educação (SBIE). Foi secretário da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação – Compôs (2005-2007) e editor dos periódicos e-compôs e Intexto. Prestou consultoria para a equipe do Orkut, na sede do Google, na Califórnia. Publicou o livro “Interação Mediada por Computador: comunicação, cibercultura, cognição”. Atualmente pesquisa gêneros e interações em blogs e conversações online. Coordena o Laboratório de Interação Mediada por Computador (LIMC). Consultor de mídias sociais (Google EUA, Google Brasil). 

Para Primo (2007) há dois tipos de interação: a mútua e a reativa. Esses dois tipos de interação se distinguem, porém não são homogêneos, podendo conter no seu interior intensidades diferentes e características particulares. Interação significa “ação entre” e comunicação é uma “ação compartilhada” (PRIMO, 2007).

Visão:
Na interação mútua, explanada por Primo (2007), os interagentes desenvolvem
relações interdependentes e processos de negociação em que cada um participa da

construção inventiva e cooperada do relacionamento, afetando-se mutuamente.São
exemplos de espaços de interação mútua a troca de e-mails, as conversas nas salas de
bate-papo, debates em fórum de discussão. Nesses espaços os interagentes realizam
modificações recíprocas, pois cada comportamento na interação é construído em virtude
das ações anteriores.
(...)na interação reativa (...) as trocas de mensagens ocorrem dentro de um
script, de um roteiro pré-definido na programação do sistema. São respostas
automáticas em que não há uma problematização ou uma construção colaborativa.


domingo, 19 de junho de 2016

Teoria sistêmica


Aspectos conceituais:
A palavra sistema denota um conjunto de elementos interdependentes e interagentes ou um grupo de unidades combinadas que formam um todo organizado. Sistema é um conjunto de coisas ou combinações de coisas ou partes, formando um todo complexo ou unitário. (Chiavenato, 2000, p. 545)
O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função (Oliveira, 2002, p. 35).
Sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo, e onde cada um dos elementos componentes comporta-se, por sua vez, como um sistema cujo resultado é maior do que o resultado que as unidades poderiam ter se funcionassem independentemente. Qualquer conjunto de partes unidas entre si pode ser considerado um sistema, desde que as relações entre as partes e o comportamento do todo sejam o foco de atenção (Alvarez, 1990, p. 17).
Origens da teoria sistêmica:
De acordo com Chiavenato (2000) a TGS surgiu com trabalhos de biólogo alemão Ludwig Von Bertalanffy. A TGS não busca solucionar problemas ou tentar soluções praticas, mas produzir teorias e formulações conceituais para aplicações na realidade empírica.
Tipos de sistemas:
Podem ser classificados quanto a sua constituição, podem ser físicos ou abstratos.
Físicos: São compostos de equipamentos, de maquinaria e de coisas reais. 
Abstratos: São compostos de conceitos, filosofias, planos, hipóteses e idéias. Há uma complementaridade entre sistemas físicos e sistemas abstratos: os sistemas físicos precisam de um sistema abstrato para poder funcionar e desempenhar suas funções. A recíproca também é verdadeira. Também podem ser classificados quanto a sua natureza, os sistemas podem ser fechados ou abertos.
Fechados: São sistemas que não apresentam intercambio com o meio ambiente que os circunda, pois são herméticos a qualquer influencia ambiental. Sendo assim os sistemas fechados não recebem influencia do ambiente e também não influenciam o ambiente.
Abertos: São sistemas que apresentam relações de intercambio com o ambiente, através de entradas e saídas. Os sistemas abertos trocam matéria e energia regularmente com o meio ambiente.
Características dos sistemas:


O aspecto mais importante do conceito de sistema é a ideia de um conjunto de elementos interligados para formar um todo. O todo apresenta propriedades e características próprias que não são encontradas em nenhum dos elementos isolados. É o que chamamos de emergente sistêmico: uma propriedade ou característica que existe em seus elementos em particular. Todo sistema tem um ou alguns propósitos ou objetivos. As unidades ou elementos, bem como os relacionamentos, definem um arranjo que visa sempre um objetivo ou finalidade de alcançar. Todo sistema tem uma natureza orgânica, pela qual uma ação que produza mudanças em todas as suas outras unidades. Em outros termos, qualquer estimulação em qualquer unidade do sistema afetara todas as unidades devido ao relacionamento existente entre elas. O sistema sempre reagira globalmente a qualquer estimulo produzido em qualquer parte ou unidade.
Parâmetros do sistema:
Entrada ou insumos é a força ou impulso de arranque ou de partida do sistema que fornece o material ou energia ou informação para operação do sistema. Saída ou produto ou resultado ou transformador é o fenômeno que produz mudanças, ou seja, é o mecanismo de conversão de entradas e saídas. O processador caracteriza a ação dos sistemas e define-se pela totalidade dos elementos empenhados na produção de um resultado. Retroação, retroalimentação, retroinformação ou alimentação de retorno é a função de sistema que compara a saída com um critério ou padrão previamente estabelecido. A retroação tem por objetivo o controle, ou seja, o estado de um sistema sujeito a um monitor. Ambiente é o meio que envolve externamente o sistema. O sistema aberto recebe entradas do ambiente, processa-as e efetua saídas ao ambiente, de tal forma que existe entre ambos – sistemas e ambiente – uma constante interação.
A organização como sistema aberto:
O conceito de sistema aberto é perfeitamente aplicável à organização empresarial. A organização é um sistema criado pelo homem e mantém uma dinâmica com seu meio ambiente, sejam clientes, fornecedores, concorrentes entidades sindicais, órgãos governamentais e outros agentes externos. O sistema aberto “pode ser compreendido como um conjunto de partes em constante interação e interdependência, constituindo um todo sinérgico, orientado para determinados propósitos e em permanente relação de interdependência com o ambiente. A organização como um sistema aberto apresenta as seguintes características: Importação Transformação
Exportação São ciclos de eventos que se repetem
Modelos de organização conforme Katz e Kahn:
Katz e Kahn desenvolveram um modelo de organização através da aplicação da Teoria dos Sistemas à teoria administrativa. No modelo proposto, a organização apresenta as características típicas de um sistema aberto.
Característica do Homem:
A TS utiliza o conceito do “homem funcional”. O individuo comporta-se em um papel dentro das organizações inter-relacionando-se com os demais indivíduos como um sistema aberto. As organizações são sistemas de papeis, nas quais os indivíduos agem desempenhando papeis.
Fonte:
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAdzgAL/teoria-sistemica

sábado, 18 de junho de 2016

Nelson De Luca Pretto

Nelson De Luca Pretto

Email: nelson@pretto.info

Área de Atuação: Internet, educação e comunicação, informática educativa, tecnologia educacional, software livre, acesso aberto e educação a distância

Instituição: Universidade Federal da Bahia (Ufba)

Website: http://www.pretto.info

Licenciado em Física pela Universidade Federal da Bahia (1977), Mestre em Educação também pela Ufba (1984) e Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1994).
É professor associado III da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, pesquisador do CNPq, membro do conselho editorial e consultor ad hoc de diversas revistas e instituições entre as quais a o Centro de Estudos em Educação e Sociedade, Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e Fundação de Apoio à Pesquisa no Estado da Bahia (Fapesb). Realizou pós doutoramentos nas Universidade Trent de Nottingham/Inglaterra (2008/2009) e na Universidade de Londres/Goldsmiths College, ambos com apoio da Capes.
Editor da Revista da Faced (www.revistafaced.ufba.br) Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: internet, educação e comunicação, informática educativa, tecnologia educacional, software livre, acesso aberto e educação a distância.
É o responsável pela concepção do projeto de inclusão sociodigital denominado “Tabuleiros Digitais” [http://www.tabuleirosdigitais.org] desenvolvido pela Faculdade de Educação da Ufba. Coordenador do Grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologias e integra os grupos de pesquisa “Laboratório Interdisciplinar sobre informação e Conhecimento” (UFRJ) e “Ábaco” (UNB).

Fonte:http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/pesquisadores/nelson-de-luca-pretto/

sexta-feira, 17 de junho de 2016

O que foi a Escola de Frankfurt?



Fundada na primeira metade do século XX, a Escola de Frankfurt baseou-se na união de um grupo de intelectuais e estudiosos que se reuniram a fim de produzir o pensamento que era denominado como Teoria Crítica. Também chamado de Instituto de Pesquisas Sociais o espaço elaborou uma crítica bastante embasada e fortalecida da sociedade, contestando sob os moldes mais gerais e específicos das coisas que permeavam a civilização atual, ao passo em que a sociedade vivia um período de grande instabilidade e muitas problemáticas políticas e econômicas.

Sendo assim, os pilares que conseguiam manter a Escola de Frankfurt firme e sólida era a formação de filosofias que se contrapunham àquelas elaboradas pelos filósofos e idealistas clássicos, bem como a utilização de doutrinas que criticavam aspectos que permeiam a vida em sociedade como o sistema econômico vigente- o capitalismo-, a arte, o consumo, a história e a política. Entretanto, embora os debates abarcassem inúmeras temáticas, o grande foco da escola era colocar em debate o trabalho e a forma como se davam as ações relativas à cultura.


O grupo de teóricos envolvidos foi motivado pelo principal deles: Theodor Adorno, que incitou a participação de muitos outros, tais como: Walter Benjamin, Marcuse, Otto Apel, Max Horkheimer, Jürgen Habermas, Leo Lowenthal, entre outros representantes de renome para o movimento. O ponto crucial para a criação da Escola de Frankfurt foi a decepção com a revolução instaurada em Bolchevique, que culminou na formação do grupo que atuava de forma nômade até chegarem aos Estados Unidos, onde ampliaram o campo de estudo baseado na cultura norte-americana.

Como meio propulsor e de divulgação do seu olhar sobre os aspectos que permeavam as criticas tiveram algumas produções, como a principal obra de Adorno, intitulada de Dialética Negativa, bem como a Revista de Pesquisa Social.


Em linhas gerais, entende-se que a Teoria Crítica é resultado da harmonização do histórico do marxismo materialista com as teorias psicanalíticas que já tinham sido desenvolvidas. Assim, a teoria era uma mistura bem diversificada de olhares, críticas, ideias e teorias, resultando num mix ideológico.

As características dessa escola eram basicamente:

  • Desprezo pelo revolucionarismo material ou físico alheio as ações contínuas e culturais;

  • Reinterpretação do marxismo e do mundo através da ideologia marxista;

  • Critica ferrenha a alienação e imperialismo oriundos da cultura ocidental que inibia as classes menos favorecidas;

  • Desenvolvimento do senso crítico e medidas para promover a quebra dos valores sociais já instaurados.


Fonte: http://www.colegioweb.com.br/historia/o-que-foi-escola-de-frankfurt.html#ixzz4BqCSri00

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Maria Aparecida Baccega

Maria Aparecida Baccega


Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP; Docente, pesquisadora e orientadora do Programa de Mestrado Comunicação e práticas de consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing SP, desde 2003, do qual foi coordenadora adjunta de 2003 a 2007; Professora e pesquisadora da Escola de Comunicações e Artes, tendo ministrado graduação e pós-graduação stricto e lato sensu e também chefe de Departamento de 1992 a 1996, entre outros cargos. Fundadora e editora da revista Comunicação &Educação (USP; Paulinas) de 1994 a 2003 da qual hoje é Membro do Conselho Editorial e da Comissão de Publicação. Coordenou a equipe fundadora do Curso de Gestão da Comunicação, tendo sido sua Coordenadora, além de docente e orientadora, de 1993 a 2003. Atualmente é Coordenadora Honorária. Pesquisadora do Centro de Pesquisa de Telenovela, do Centro de Pesquisa Comunicação e trabalho, ambos da USP e do Núcleo de Pesquisa Comunicação e práticas de consumo, da ESPM SP, além do OBITEL (Observatório Iberoamericano de Ficção Televisiva), que congrega países da América Latina, países da Europa Ibérica, além da Itália. É membro do Conselho Editorial de várias revistas acadêmicas, entre as quais Comunicação, Mídia e Consumo, editada pelo Mestrado da ESPM. Autora de artigos e capítulos de livros, tem vasta contribuião no campo comuicação e educação, além de livros, entre os quais: Palavra e discurso (Ática); Comunicação e linguagem (Moderna); Televisão e escola: uma mediação possível? (Senac); Gestão de processos comunicacionais (org.) (Atlas); Comunicação e culturas do consumo (org.) (Atlas). Coordena o grupo de Pesquisa certificado pelo CNPq "Comunicação e consumo: Educação e Cidadania" do PPGCOM-ESPM-SP. (Texto informado pelo autor)

A psicopedagogia no Brasil: Novas Perspectivas

Palestrante: Pp. Jossandra Barbosa Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil - SINDPSICOPP-BR Historiadora Psicopedagoga Neuropsi...