segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Aborígenes Australianos


A Austrália é um país mundialmente conhecido por suas belezas naturais, pelo seu desenvolvimento econômico e pela qualidade de vida da população (atualmente apresenta o quarto maior Índice de Desenvolvimento Humano do planeta). No entanto, pouco se comenta da história dos primeiros povos habitantes do território australiano, os Aborígenes.

Os Aborígenes são a população nativa da Austrália, habitavam a maior parte do território australiano, totalizavam aproximadamente 750.000 indivíduos, subdivididos em 500 grupos e com cerca de 300 dialetos diferentes. Esses grupos possuíam estilos de vida distintos e tradições culturais e religiosas próprias em cada região.

Com a chegada dos colonizadores ingleses em 1758, deu-se início aos massacres das comunidades Aborígenes. Soldados ingleses visitavam as aldeias fingindo uma aproximação amigável, oferecendo presentes. Porém, outros soldados envenenavam com arsênio a água e os alimentos dos Aborígenes; várias pessoas, inclusive crianças, morreram em consequência do envenenamento.

Os soldados ingleses destruíram locais considerados sagrados pelos Aborígenes. Também ofereciam bebida alcoólica à população local, e se aproveitavam do estado de embriagues para instigar confrontos entre as diferentes aldeias, fazendo com que eles mesmos se aniquilassem.

Após proclamada a independência australiana, os Aborígenes passaram a sofrer com a discriminação da população de seu próprio país. Parte da população australiana considerava os Aborígenes como sendo parte da fauna e da flora, não havendo o devido respeito a esses indivíduos.

Dentre as diversas perseguições sofridas por essa comunidade, se destaca a “The Stolen Generations”, uma tentativa de “limpeza étnica”. Homens, a mando do governo, invadiram as tribos e raptaram crianças, inclusive bebês; muitas foram retiradas de suas famílias, pouco se sabe a respeito do verdadeiro paradeiro delas.

Atualmente os Aborígenes correspondem a apenas 1% da população australiana. Alguns vivem em aldeias no deserto, outros moram em bairros periféricos das grandes cidades. A maioria não consegue emprego formal e recebe auxílio do governo. Alguns conseguem contribuições da população, tocando nas ruas da cidade o didgeridoo, um instrumento de madeira que produz um som forte parecido com o apito de um navio. É comum encontrar pela cidade aborígenes embriagados, e muitas vezes envolvidos em confrontos com a polícia.
Aborígene tocando o didgeridoo

Com o intuito de minimizar essa triste história, o governo australiano está desenvolvendo políticas antidiscriminação, e preservando as tribos Aborígenes que restaram, proporcionando a preservação das tradições desse povo.

Os Aborígenes foram os primeiros povos habitantes
 do território australiano

Publicado por: Wagner de Cerqueira e Francisco
FONTE: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/aborigenes-australianos.htm


quarta-feira, 21 de outubro de 2020

 

É sabido que a humanidade está passando por um período difícil atualmente, com a epidemia do Coronavírus, fazendo com que quase todos os países sofram com esses flagelos, e tomem medidas drásticas em relação a pandemia. Mas o que o Espiritismo tem a dizer sobre isso? 

É ponto pacífico para os cientistas atualmente, que as revoluções geológicas, meteorológicas e biológicas, são coisas comuns e necessárias para a todo o ecossistema do nosso planeta, apesar dos estragos que causam, diante do ponto de vista humano. Por isso que, numa periodicidade impressionante, a humanidade presencia todo tipo de sinistro como terremotos, maremotos, furacões, nevascas, enchentes e dilúvios, erupções vulcânicas, epidemias, etc… causando um enorme constrangimento para as populações das regiões onde tais fenômenos acontecem, necessários do ponto de vista biológico/geológico, mas aparentemente do ponto de vista humano, só causam devastação, sofrimento e morte, fazendo o homem se perguntar se Deus realmente existe, por que deixa que tais coisas aconteçam a humanidade? 

Essa pergunta sempre foi feita, através da História, tanto que esses fenômenos são conhecidos como Flagelos Destruidores. Todos os povos, de uma maneira ou de outra, já presenciaram e passaram por fenômenos assim, deixando seus relatos em livros sagrados e profanos que contaram a sua epopeia de luta e superação do ocorrido para as gerações futuras. 

Muitas delas, acreditando na ira de Deus, ou seja, tais coisas acontecem por castigo divino aos homens corrompidos e egoístas, ou não. Como foi o caso, por exemplo, do Grande Terremoto de Lisboa, no século XVIII, onde milhares de pessoas morreram devido a um enorme Tsunami que se formou além mar e avançou contra a costa da capital Portuguesa, dizimando quase toda a sua população. Ou o fato da grande Peste Negra que igualmente dizimou milhões na Europa, quando no período da Idade Média, ou até mesmo Pompeia, só para citar alguns. 

Parece que a ideia da ira de Deus é um conceito bastante difundido e popular hoje em dia e isso foi também a causa da criação de filosofias seculares que não aceitavam essa ideia de um deus cioso, colérico e vingativo com sua criação que, segundo eles, absolutamente não pediu para nascer, demonstrando que ambas vertentes não conseguiram solucionar essa problemática, pois, os flagelos continuam a acontecer, apesar de tudo. 

Sabendo disso, Allan Kardec reservou algumas perguntas aos espíritos superiores sobre essas questões, no Livro dos Espíritos; como conciliar a justiça de Deus diante da destruição causada pelos flagelos naturais? 

Os bem feitores espirituais então, apresentaram a Kardec a Lei de Destruição, ou seja, a lei da impermanência de tudo que existe, inclusive o homem, pela ótica da imortalidade do espírito humano. Nada no universo é perene; perene somente Deus o É. Tudo no Universo evolui, nada é estático, parado; tudo é dinâmico, está na natureza portanto, a destruição dos seres e das coisas materiais para a evolução do próprio Universo. Nada se cria; tudo se transforma. 

Muito dos flagelos que acontecem tem por objetivo somente a manutenção dos sistemas naturais do planeta, outras vezes tem por objetivo a própria humanidade egoísta e recalcitrante no mal, que vez por outra é abalada em seu orgulho e preguiça para que reconheça a necessidade do bem e das reformas. É necessário aqui refletir sobre o ponto de vista da imortalidade; são três os elementos constitutivos do Universo, a saber…Deus, Espírito e a Matéria. 

Deus, a Inteligência Suprema, causa primária de tudo que o constitui o Universo. 

A Matéria; tudo que ocupa lugar no espaço universal, o fluido formidável que pode tomar formas infinitas, tanto tangíveis quanto invisíveis, extrafísicas e dimensionais, pois inexistência não é sinônimo de invisibilidade. A ferramenta que o Espírito usa para sua evolução e trabalho. 

E por fim…

O Espírito, o sinônimo de Vida ou Inteligência como força da Natureza, no sentido geral, Universal, capaz de se apresentar de formas que variam ao infinito. Assim como a matéria, pode tomar formas tanto físicas quanto extradimensionais, capaz de preexistir e sobreviver a tudo, ou seja, a imortalidade é o seu principal atributo. 

Assim sendo, Kardec tomou conhecimento sobre a ótica dos espíritos superiores e imortais, a respeito da Destruição. 

Encarando por esse prisma, os espíritos superiores esclarecem que os flagelos destruidores acontecem para fazer com que determinada leva de espíritos sejam obrigados a saírem da inércia moral em que se encontram; quanto mais materializados ficarem, mais estacionados estarão. Seria absurdo então conceber que em um Universo onde seu próprio Criador trabalha sempre existiram criaturas onde não fazem absolutamente coisíssima alguma por si mesmos ou pela criação. Logo, não é um castigo de Deus, e sim uma provação que Ele nos impõe para amadurecermos espiritual e moralmente, apesar de todos os recursos que ele nos proporciona para distinguirmos o bem do mal e que nós deliberadamente menosprezamos através de nossas vidas sucessivas. 

É assim que de tempos em tempos, as humanidades de um planeta de provas e resgate, cada uma a seu turno, que por ventura estejam estacionadas em determinado ponto da evolução, são constrangidas a marcharem em direção a fraternidade e ao conhecimento, através de determinada epidemia ou desastre natural. 

Mas aí, você, amigo leitor, leitora, pode se perguntar; e os mortos? O que eles ganharam com isso? 

Como dito antes, devemos encarar a natureza pela ótica da imortalidade do espírito humano. De toda maneira, o homem desencarnará, mais cedo ou mais tarde, a grande diferença é que, nesses acontecimentos, muitos desencarnam juntos, constituindo uma expiação para os que partem dos quais reencarnarão novamente, no futuro, e uma prova para os que sobrevivem. 

Contudo, além dos flagelos naturais, há os causados pelo próprio homem, devido a sua imprevidência, omissão e egoísmo, recebem o efeito do que causaram, mais cedo ou mais tarde. Atualmente, estamos passando por um período semelhante a isso. A epidemia do Coronavírus, é um flagelo causado por nós mesmos, através de ações humanas mal sucedidas, com o objetivo de beligerância. Podemos considerá-lo então como um flagelo antropológico, e por isso mesmo, estamos colhendo o que plantamos. Deus para nos provar deixa que nós colhamos o resultado de nossas ações e que nosso orgulho seja ferido, para que enfim tenhamos responsabilidade por nossos atos coletivos. 

Ainda segundo os espíritos superiores, os efeitos bons dos flagelos naturais, geralmente, somente as gerações futuras desfrutarão. Como foi o caso da Peste Negra, falado supra. Ela foi causada pelo uso excessivo dela como arma de guerra, pois os exércitos inimigos costumavam jogar cadáveres com a moléstia, dentro dos lugares onde tentavam dominar, sem perceberem que, mais cedo ou mais tarde, se contaminariam também. Muitos desses soldados voltavam depois de guerras cruéis, a suas cidades de origem, totalmente contaminados com a doença que era extremamente contagiosa, que encontrou caminho fácil devido a ignorância e obscurantismo da Idade Média, conhecida também como a Idade da Trevas. 

Depois de milhões de mortos, os sobreviventes de tal sinistro, se voltaram para a ciência e a filosofia, derrubando finalmente a Idade das Trevas e criando o período do Iluminismo, do qual pregava o conhecimento e a ciência como salvadoras da humanidade. 

O mesmo aconteceu, de certa forma, com a destruição de Pompeia. Depois do ocorrido, um sobrevivente da destruição, chamado Plínio, relatou o que presenciou em um livro, explicando o que tinha acontecido dias antes do ocorrido. Segundo ele, o Vesúvio deu sinais claros de que iria explodir, soltando uma fumaça negra e criando pequenas erupções que o povo da época, orgulhoso e hedonista, se limitou a fazer oferendas a Efestus, um antigo deus romano, para que ele se acalmasse. 

O livro de Plínio – o sobrevivente, ficou tão famoso e seminal, que até hoje alguns fenômenos vulcânicos levam o seu nome, como as famosas “Erupções Plinianas”. Graças a ele, populações inteiras ao redor do mundo e através da História foram salvas, devido somente a um homem que, providencialmente, usou de inteligência. Inteligência essa que seus contemporâneos haviam esquecido. 

Há então, dois tipos de flagelos; os naturais, dos quais o homem realmente não tem como fugir, somente encarar com coragem, emprenho e fé em Deus. E os flagelos antropológicos, ou seja, causados por nós. Um nós podemos deter ou conjurar somente nos melhorando moral e intelectualmente. O outro somente podemos encarar com coragem e fé, reconhecendo a onipotência de Deus na natureza, pedindo para que Ele tenha piedade de nós, até por que, a própria lei de destruição nos mostra que tudo passa, como bem frisou Emmanuel, pela pena de Francisco Candido Chico Xavier: 

Todas as coisas, na Terra, passam… Os dias de dificuldades, passarão… Passarão também os dias de amargura e solidão… As dores e as lágrimas passarão. As frustrações que nos fazem chorar… um dia passarão. A saudade do ser querido que está longe, passará. 

Dias de tristeza… Dias de felicidade… São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas. 

Se hoje, para nós, é um desses dias repletos de amargura, paremos um instante. 

Elevemos o pensamento ao Alto, e busquemos a voz suave da Mãe amorosa a nos dizer carinhosamente: isso também passará… 

E guardemos a certeza, pelas próprias dificuldades já superadas, que não há mal que dure para sempre. 

O planeta Terra, semelhante a enorme embarcação, às vezes parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas. 

Mas isso também passará, porque Jesus está no leme dessa Nau, e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiro evolutivo da humanidade, e que um dia também passará… 

Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro, porque essa é a sua destinação. 

Assim, façamos a nossa parte 

o melhor que pudermos, sem esmorecimento, e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo… também passarão…” 

” Tudo passa……….exceto DEUS!” 

É o suficiente! 

Autor: Wanderson Silva

FONTE: https://espirito.org.br/artigos/coronavirus-flagelos-e-o-espiritismo/

Hedonismo, o que é? Origem e conceitos da filosofia da busca pelo prazer

 

O Hedonismo, que prega a busca incessante pelo prazer, surgiu como uma doutrina filosófica na Grécia Antiga e chegou até os nossos dias.

O Hedonismo é uma doutrina filosófica e moral que eleva o prazer ao nível de supremo bem da vida do ser humano.

Elaborado na Grécia Antiga, resultou dos experimentos de grandes filósofos, porém se modificou no transcorrer do tempo. Ele também entrou em choque com diversas religiões que o taxaram de amoral e pecaminoso.

O Hedonismo chegou à atualidade como a busca de prazer através do consumismo, das atividades físicas e outras variantes.

O seu surgimento na Grécia Antiga

A expressão Hedonismo quer dizer a busca do prazer como meta a ser alcançada. É formada pela junção da palavra “hedon”, que quer dizer prazer, mais o sufixo “ismo”, de doutrina. Então seu significado é a doutrina da busca do prazer.


O destaque para a sua concepção se deve a Aristipo de Cirene (435 a.C. – 356 a.C.), denominado de Pai do Hedonismo. Mas também merece ser mencionada a contribuição da filosofia de Epicuro de Samos (341 a.C.-271 a.C.).

Na doutrina de Epicuro, portanto, o prazer deve ser apreciado moderadamente, sem qualquer forma de exageros. Já Aristipo pregava o gozo intenso no prazer físico. Os dois concordavam que somente com o fim da dor se chegava à plena realização.

Divergências à parte, dos ensaios desses grandes filósofos surgiu a fundamentação do Hedonismo, que é a busca incessante do prazer.

O Hedonismo na atualidade

Certamente, que sem conhecer as bases dessa filosofia, a sociedade atual a aplica dentro da concepção de Aristipo. É a busca intensa, individual e imediata do prazer, que é obtido, por exemplo, através da aquisição dos bens de consumo de última linha.

Também há aplicação do Hedonismo nos relacionamentos efêmeros e que visam apenas a satisfação sexual do momento. Ou então no luxo exagerado para se impor socialmente e assim se saciar na admiração alheia.

Fato é que a sociedade de hoje é bem individualista, seletiva, imediatista e sem tabus na busca de se fartar dos desejos. Isso é a plena aplicação do Hedonismo, posto que livre das fronteiras que sugeriu Epicuro.


Os atritos com as religiões

Obviamente que uma doutrina que prega a busca do prazer teria choques com as religiões, posto que elas ensinam o contrário. O hedonismo, portanto, sofreu assim forte oposição e críticas de vários grupos religiosos.

A Igreja Católica, aliás, há séculos, o condenou por ir de encontro aos seus dogmas e valores religiosos. Também o Judaísmo, o Islamismo e o Hinduísmo não aprovam tal filosofia, não importa em que corrente, se opondo aos seus preceitos.


Fonte: WikipédiaSignificadosInfo EscolaToda MatériaEstudo PráticoInfopédiaConceitoSignificadosMeus Dicionários.

Fonte das imagens: La Cuadra UniversitáriaWikipédiaUptowhat.

https://conhecimentocientifico.r7.com/voce-conhece-o-hedonismo-a-filosofia-da-busca-ilimitada-pelo-prazer/



segunda-feira, 27 de julho de 2020

Aprenda de uma vez por todas qual é a diferença entre frase, oração e período



Frase é um enunciado de sentido completo e pode ser formada por uma ou mais palavras; 

Por exemplo: “Socorro!” é uma frase com sentido completo, alguém precisa de ajuda, pede por socorro. Claro que existem frases com verbos, mas, quando isso ocorre, essa frase é constituída de orações.

Oração é uma frase que contenha um verbo (ou locução verbal); 


[...] Dentro de uma frase podemos ter uma ou mais orações. Por exemplo: “Socorro, eu preciso de ajuda!”. Nesta frase, temos uma oração: “Eu preciso de ajuda.” Ou seja, todas as vezes que tivermos um verbo dentro da frase, temos uma oração; [...].






Período é uma frase formada por uma ou mais orações, podendo então ser simples ou composto.

[...]Por exemplo: “Assim que ela chegouapresentou as novas ações a serem executadas.”. Note que há 3 verbos; portanto, temos mais de uma oração, formando, assim, um período composto. Inclusive, temos um caso de subordinação, que revela a dependência dos períodos e confirma que nem toda oração tem sentido sozinha.

Essa estrutura sintática, então, reúne orações e tem sentido completo. Os períodos se subdividem em simples e composto. O primeiro é formado por apenas uma oração, já o segundo por mais de uma.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

O hábito da leitura entre pais e filhos

O hábito da leitura entre pais e filhos é um grande aliado para a criação de vínculos familiares, além de contribuir fortemente para o desenvolvimento de pontos importantes nas crianças, como o vocabulário, o desenvolvimento cognitivo e emocional. 
As crianças que ouvem histórias desde bebês e mantém esse hábito de leitura com os pais desenvolvem o seu senso crítico, tornado-as capazes de questionar, alimentando a curiosidade em relação ao que veem no seu dia a dia e fazendo-os perceber o mundo a sua volta. 

Além dos pais, os educadores e profissionais que contribuem para a educação infantil tem um papel importante nesse hábito, pois a sua atitude positiva pode inclusive influenciar os pais a adotarem essa prática, e auxiliar a família na escolha de livros e obras que melhor se encaixam no perfil de cada um. 

A importância do hábito de leitura para crianças

Os pequenos sempre gostam de histórias. Aquelas páginas coloridas e cheias de vida representam para eles um mundo repleto de novidades e estímulos, tendo eles diferentes formas de interação com o mesmo enredo. 
Ana Vasconcellos, educadora e pesquisadora do Instituto Presbiteriano Mackenzie, diz que: “A criança que lê, possui mais conhecimento do mundo, requisito básico para o desenvolvimento de uma melhor interpretação textual, habilidade fundamental no contexto escolar. Sem a leitura, o desempenho nas demais disciplinas estudadas na escola é comprometido”.
Ainda bebês começamos a desenvolver nossas primeiras habilidades. Ter o hábito de ler para os bebês pode trazer alguns benefícios como: segurança, um maior desenvolvimento da criatividade e ensinar a criança e trabalhar com o seu repertório visual, sua capacidade de imaginar a história.

Além disso, estudos comprovam que o incentivo a leitura em crianças maiores consegue trabalhar também a sua fonoaudiologia (o que é muito importante para quando forem alfabetizados) e a sua inteligência cognitiva, conseguindo inclusive uma redução no número de crianças com problemas de comportamento. 

Leitura entre pais e filhos

Porém, para uma criança aprender o hábito da leitura por si só é uma tarefa difícil. Sabemos que alguns estímulos dados pelos pais para que esse hábito seja criado e posteriormente desenvolvido são bastante importantes, sendo o principal deles a leitura entre pais e filhos. 
Entretanto, mesmo essa ação entre pais e filhos precisa de alguns cuidados para poder incentivá-los da maneira correta:
  • 1. Criação de um lugar especial, um "cantinho da leitura";
  • 2. Manter esse lugar atraente e fazer com que chame a atenção dos pequenos;
  • 3. Incentivar a criação de materiais ou desenhos baseados na história que foi lida e interpretada. 
Além do reforço dos laços afetivos, temos também alguns dados concretos: um estudo feito pela Universidade de Nova York, com a colaboração do IDados e do Instituto Alfa e Beto, mostra um aumento de 14% no vocabulário das crianças cujo os pais leem para elas pelo menos 2 livros por semana. Além disso, foi percebido um aumento de 27% na memória de trabalho dessas crianças. 

Além da escola

A formação do vocabulário das crianças não começa na escola, começa bem antes com a influência dos pais. E novamente, a importância da leitura para esse crescimento e desenvolvimento é muito grande. 
Estudos já mostram que o hábito da leitura por parte dos pais para os pequenos já pode ser desenvolvido ainda quando bebês, associando a leitura de livros em que eles possam manusear, tocar e cheirar. É importante os pais atraírem os bebês com sons, repetição de palavras e até a utilização da melodia, o que conquista a sua atenção. 
Ainda pequenos, até os dois anos, a leitura é importante quando atrelada a figuras e a interpretação que eles fazem da história que é contada pelos pais. Até os quatro, o enredo começa a ter um papel um pouco mais importante, fazendo com que as crianças tenham contato com formas diferentes de perceber o mundo e também outras culturas, podendo assim criar e imaginar as histórias que ouvem. 

E o papel da instituição de ensino? 


A instituição de ensino pode fortalecer ainda mais esse hábito, trazendo novas ideias de projetos e aplicações para leitura. Uma forma eficaz é por meio de softwares que sirvam como um canal aberto entre pais e professores. Tendo a comunicação aberta entre pais e mestres, essa conexão fica muito mais aberta, dinâmica e eficiente para ministrar e gerenciar projetos como esse, de tamanho impacto na vida das crianças e suas famílias. 
Além disso, integrando a escola a soluções de gestão eficientes por meio de softwares como o Philos, da Prima, há uma aproximação ainda maior dos seus estudantes com o hábito da leitura, tornando a instituição e o seu espaço destinado para o desenvolvimento desse hábito, amigas e parceiras dos pais e familiares.
O Philos possibilita a reserva e renovação online de livros da instituição de ensino, que os pais podem emprestar e ler com as crianças em casa ou em qualquer local que seja o seu "cantinho da leitura". 

terça-feira, 7 de abril de 2020

Yin e Yang

Segundo a filosofia chinesa o yin yang é a representação do positivo e do negativo, sendo o princípio da dualidade, onde o positivo não vive sem o negativo e vice e versa. O criador desse conceito foi I Ching, ele descobriu que as formas de energias existentes possuem dois pólos e identificou-o como Yin e Yang. O Yin representa a escuridão, o princípio passivo, feminino, frio e noturno. Já o Yang representa a luz, o princípio ativo, masculino, quente e claro. Além disso, também são indicados como o Tigre e o Dragão, representando lados opostos. Quanto mais Yin você possuir, menos Yang terá e, quanto mais Yang possuir menos Yin você terá. Essa filosofia diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estar em equilíbrio entre o Yin e o Yang. Há sete leis e doze teoremas da combinação das energias Yin e Yang:

As leis são;

1. Todo o universo é constituído de diferentes manifestações da unidade infinita;
2. Tudo se encontra em constantes transformações;
3. Todas as contrariedades são complementares;
4. Não há duas coisas absolutamente iguais;
5. Tudo possui frente e verso;
6. A frente e o verso são proporcionalmente do mesmo tamanho;
7. Tudo tem um começo e um fim.

Os teoremas são;

1. Yin e Yang são duas extremidades de pura expansão infinita: ambas se apresentam no momento em que a expansão atinge o ponto geométrico da separação, ou seja, quando a energia se divide em dois;
2. Yin e Yang originam-se continuamente da pura expansão infinita;
3. Yang tende a se afastar do centro; Yin tende a ir para o centro; E ambos produzem energia;
4. Yin atrai Yang e Yang atrai Yin; Yin repele Yin e Yang repele Yang;
5. Quando potencializados, Yin gera o Yang e Yang gera o Yin;
6. A força de repulsão e atração de todas as coisas é proporcional à diferença entre os seus componentes Yin e Yang;
7. Todos os fenômenos têm por origem a combinação entre Yin e Yang em várias proporções;
8. Os fenômenos são passageiros por causa das constantes oscilações das agregações dos componentes Yin e Yang;
9. Tudo tem polaridade;
10. Não há nada neutro;
11. Grande Yin atrai pequeno Yin; o grande Yang atrai o pequeno Yang;
12. Todas as solidificações físicas são Yin no centro e Yang na periferia.

O Yin e o Yang são representados pela figura abaixo:


O lado negro é o Yin e o branco o Yang; o pequeno círculo branco no lado negro significa que o Yin possui o Yang e, o círculo que o lado branco possui significa que Yang possui Yin.
Por Eliene Percília


Fonte: ESCOLA, Equipe Brasil. "Yin e Yang"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/yin-yang.htm. Acesso em 07 de abril de 2020.

Filosofia Oriental - Brasil Escola

A psicopedagogia no Brasil: Novas Perspectivas

Palestrante: Pp. Jossandra Barbosa Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil - SINDPSICOPP-BR Historiadora Psicopedagoga Neuropsi...