quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Significado de EquidadE


substantivo femininoCaracterística de algo ou alguém que revela senso de justiça, imparcialidade, isenção e neutralidade: duvidou da equidade das eleições.Correção no modo de agir ou de opinar; em que há lisura, honestidade; igualdade: tratou-a com equidade.Disposição para reconhecer a imparcialidade do direito de cada indivíduo: a empresa reconhecia a equidade de seus funcionários.Etimologia (origem da palavra equidade): do latim equitas.

Sinônimos de Equidade

Equidade é sinônimo de: integridadeisençãojustiçalisurahonestidadeequivalênciaigualdade

Antônimos de Equidade

Equidade é o contrário de: iniquidadedesonestidade

Definição de Equidade

Classe gramatical: substantivo feminino
Separação silábica: e-qui-da-de
Plural: equidades 

Frases com a palavra equidade

Fonte: Pensador
A lei tem dois e apenas dois fundamentos: a equidade e a utilidade.
- Edmund Burke
A polidez nem sempre inspira a bondade, a equidade, a complacência, a gratidão; mas, pelo menos, dá-lhes a aparência e faz aparecer o homem por fora como deveria ser por dentro.
- Jean de La Bruyère

Exemplos com a palavra equidade

Entendo que o magistrado deve ser o primeiro a defender a equidade, que é buscada pela lei.Folha de São Paulo, 23/02/2013
Os manifestantes carregavam uma faixa onde pediam "direito, justiça, equidade e integridade".Folha de São Paulo
Para alcançar este objetivo, apontou que seu programa se sustenta em três pilares: a equidade social, a segurança cidadã e o fortalecimento das instituições para erradicar a corrupção.Folha de São Paulo, 14/08/2009

OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE A PALAVRA

Possui 8 letras
Possui as vogais: a e i u
Possui as consoantes: d q
A palavra escrita ao contrário: edadiuqe

RIMAS COM EQUIDADE

  • metade
  • qualidade
  • celebridade
  • paternidade
  • profundidade
  • confraternidade
  • amizade
  • oportunidade
  • banalidade
  • seriedade
  • territorialidade
  • familiaridade
  • desigualdade
  • credulidade
  • sagacidade
  • individualidade
  • potencialidade
  • piedade
  • popularidade
  • mortandade
  • solidariedade
  • domesticidade
  • suavidade
  • benignidade
FONTES: 
https://www.dicio.com.br/equidade/

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Qual a diferença entre identidade de gênero e orientação sexual?

PERGUNTA:Ícaro Belém, Contagem, MG
Por  Bruno Machado, em:19 set 2017, 15h10...
ILUSTRA Yasmin Ayumi

Embora muita gente os confunda, esses termos definem aspectos bem distintos de uma mesma pessoa.

Gênero” foi usado pela primeira vez para expressar uma diferença social e psicológica entre homens e mulheres em 1955, pelo psicólogo John Money (1921-2006). A filósofa Simone de Beauvoir (1908-1986) ajudou a teorizá-lo e evidenciou os componentes sociais em sua construção (daí sua frase “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, citada no Enem 2015). O avanço dos estudos nos anos 1970 e 1980, especialmente nas ciências sociais, reforçou a dissociação entre gênero e genitais (ou outras características físicas). Um exemplo é a transgeneridade, que vem sendo muito discutida nos últimos anos, mas também não é “novidade”: o termo “transgênero” foi criado pelo psiquiatra John F. Oliven há 50 anos e já foi bem aceito pela ciência desde então.
CADA COISA É UMA COISA
Estas cinco características não estão necessariamente relacionadas
1) Identidade de gênero
É o gênero com que a pessoa se identifica. Há quem se perceba como homem, como mulher, como ambos ou mesmo como nenhum dos dois gêneros: são os chamados não binários
Cisgênero: Identifica-se com o mesmo gênero que lhe foi dado no nascimento
Transexual e/ou transgênero: Identifica-se com um gênero diferente daquele que lhe foi dado no nascimento
2) Orientação sexual
Depende do gênero pelo qual a pessoa desenvolve atração sexual e laços românticos:
– Heterossexual: Por alguém de outro gênero
Homossexual: Por alguém do mesmo gênero
Bissexual: Por ambos
(A assexualidade é a ausência de atração por todos os gêneros. Mas ainda não há consenso se ela é ou não uma orientação sexual)
3) Expressão (ou Performance) de Gênero
Refere-se às maneiras que as pessoas usam para expressar seu gênero em sociedade, desde o uso de roupas e acessórios até detalhes físicos, como os gestos, as atitudes e o timbre da voz
4) Genitais
– Vagina
– Pênis
– Ambos
5) Gênero
Conjunto de características sociais e culturais ligadas às percepções de masculino e feminino

FONTES Artigos Gênero, O Que É Isso?, de Maria Eunice Figueiredo Guedes, O Tráfico de Mulheres – Notas sobre a “Economia Política” do Sexo, de Gayle Rubin, livro Problemas de Gênero, de Judith Butler, e sites PLC122Tansfeminismo e Brasil.gov.br
CONSULTORIA Daniela Andrade, ativista transexual, membro da Comissão da Diversidade Sexual da OAB – Osasco, Luciana Vasconcellos, travesti, e Bárbara Aires, ativista transexual

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Metodologia da Escola Nova


Pioneiros da Escola Nova






ESCOLA NOVA


É um movimento de educadores europeus e norte-americanos, organizado em fins do século XIX, que propunha uma nova compreensão das necessidades da infância e questionava a passividade na qual a criança estava condenada pela escola tradicional. Também conhecida como Educação Nova, a Escola Nova tem seus fundamentos ligados aos avanços científicos da Biologia e da Psicologia. Pode-se afirmar que, em termos gerais, é uma proposta que visa a renovação da mentalidade dos educadores e das práticas pedagógicas. O pedagogo Célestin Freinet foi um dos defensores dessa concepção de educação. Já o educador e pensador Jean Piaget optou pela chamada Escola Ativa, uma corrente da Escola Nova.
A introdução de idéias e técnicas novas como os métodos ativos, a substituição das provas tradicionais pelos testes, a adaptação do ensino às fases de desenvolvimento e às variações individuais são algumas das novidades da Educação Nova. Além disso, visava colocar o educando como centro do processo educativo.
No Brasil, a Escola Nova buscava a modernização, a democratização, a industrialização e urbanização da sociedade. Os educadores que apoiavam suas idéias entendiam que a educação seria a responsável por inserir as pessoas na ordem social. Também conhecido como escolanovismo, a Escola Nova chegou ao País na década de 1920 com as Reformas do Ensino de vários Estados brasileiros.
Historicamente, os fatos marcantes da Escola Nova passam pela criação da Associação Brasileira de Educação em 1924 e a dissidência ocorrida na IV Conferência Nacional de Educação em 1931, que dividiu o pensamento renovador em dois grupos: liberais e católicos. Vale citar que o primeiro grupo, dos liberais, era integrado por nomes conhecidos como Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Anísio Teixeira e outros. Um marco importante foi o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, publicado em 1932, que apresentava as principais diretrizes políticas, sociais, filosóficas e educacionais do escolanovismo. O término da difusão dessas idéias pode ser datado em fins dos anos cinqüenta, quando o ideário pedagógico opta pela planificação educacional como seu princípio maior. Um aspecto importante e político da Escala Nova é a sua visão que liga a educação aos processos sociais, ou seja, a escola deve atender aos desafios da sociedade e isso deve ser feito de forma crítica e dialogada.

MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos. Verbete Escola Nova. 
Dicionário Interativo da Educação Brasileira - Educabrasil. São Paulo: Midiamix, 2001. 
Disponível em: <http://www.educabrasil.com.br/escola-nova/>. 
Acesso em: 12 de out. 2017.

domingo, 17 de setembro de 2017

“Educação para Todos”


A Educação para Todos (EPT) é um compromisso global firmado por 164 governos reunidos na Cúpula Mundial de Educação, em Dakar (2000), para oferecer a todas as crianças, jovens e adultos uma educação que satisfaça suas necessidades básicas de aprendizagem, no melhor e mais pleno sentido do termo, e que inclua aprender a aprender, a fazer, a conviver e a ser.
Os participantes se comprometeram a alcançar, até 2015, seis metas que estabelecem um Marco de Ação destinado a permitir que todos os indivíduos realizem seu direito a aprender e cumpram sua responsabilidade para contribuir para o desenvolvimento de sua sociedade:
1. expandir e melhorar o cuidado e a educação da criança pequena, especialmente para as crianças mais vulneráveis e em maior desvantagem;
2. assegurar que todas as crianças, com ênfase especial nas meninas e crianças em circunstâncias difíceis, tenham acesso à educação primária, obrigatória, gratuita e de boa qualidade até o ano 2015;
3.assegurar que as necessidades de aprendizagem de todos os jovens e adultos sejam atendidas pelo acesso equitativo à aprendizagem apropriada, a habilidades para a vida e a programas de formação para a cidadani
4.alcançar uma melhoria de 50% nos níveis de alfabetização de adultos até 2015, especialmente para as mulheres, e acesso equitativo à educação básica e continuada para todos os adultos
5.eliminar disparidades de gênero na educação primária e secundária até 2005 e alcançar a igualdade de gênero na educação até 2015, com enfoque na garantia ao acesso e o desempenho pleno e equitativo de meninas na educação básica de boa qualidade
6. melhorar todos os aspectos da qualidade da educação e assegurar excelência para todos, de forma a garantir a todos resultados reconhecidos e mensuráveis, especialmente na alfabetização, matemática e habilidades essenciais à vida.
No Marco de Ação de Dakar foi atribuída à UNESCO a tarefa de coordenar a ação desses parceiros, em colaboração com as outras quatro agências que patrocinaram o Fórum (PNUD, UNFPA, UNICEF e Banco Mundial).
Leia na íntegra a Declaração de Dakar

O Brasil e as metas do EPT
Segundo a UNESCO, O Brasil está entre os 53 países que ainda não atingiram os objetivos do Educação para Todos até 2015, apesar de ter apresentado os seguintes avanços no campo da educação ao longo das duas últimas décadas:
- Acesso ao ensino fundamental está quase universalizado, com 94,4% da população de 7 a 14 anos incluídos nesse nível de ensino.
- A proporção de jovens na idade própria que se encontra no ensino médio é mais que o dobro da existente em 1995, mostrando expressivo avanço no acesso à educação secundária.
- Redução das taxas de analfabetismo entre jovens e adultos.
- Aumento no acesso ao ensino superior

Leia mais sobre o Brasil e o Educação para Todos
FONTE: http://educacaosec21.org.br/objetivos-pos-2015/desafios-pos-2015/links-para-sites-e-documentos/

segunda-feira, 31 de julho de 2017

‘consciência de alteridade’


Há um culto narcisista de uma beleza exclusivamente exterior que permeia a sociedade contemporânea, infligindo danos e sofrimentos.
Não é de hoje que somos submetidos a padrões estéticos predefinidos e, sem trégua, proliferam clínicas de estética e tratamentos “antiestria”, “anticelulite”, “antiidade”, como se envelhecer não fosse simplesmente “passar”…
Sem dúvida, a vaidade e o cuidado com a saúde são temas importantes da vida, mas isso se torna um problema quando há uma supervalorização desses aspectos.
Não é raro que esse excesso de zelo com a beleza esteja a serviço de determinada evitação da realidade ou de sentimentos de frustração, dificuldades, inseguranças, feridas profundas e dores reprimidas, ignoradas.
Basta notarmos a incidência cada vez maior e mais precoce do número de casos de transtornos alimentares e depressões. Sabemos, por exemplo, que a aneroxia é algo muito presente, atingindo mulheres e homens, sobretudo adolescentes, e isso para estarem de acordo com um padrão estético propagado e que não respeita a individualidade e a pluralidade.
É nítido que, se essas patologias têm como causa dificuldades internas muito profundas, e fortemente nutridas pela normose da estética, que, aqui, chamarei “gaiola dos belos”.
Fico pensando o quanto a padronização desses atributos externos está enraizada em nossa consciência. Desse modo, nos privamos de olhar para o que realmente importa: a beleza original e que transparece na nossa aparência, revelando a singularidade da presença do Ser que habita cada um de nós!
Afinal, o que é a beleza? Sob o ponto de vista dos helenos não havia beleza cindida da verdade e da bondade.
Mas, os contos de fadas, em geral, mostram como ideal do modelo feminino princesas loiras, magras, passivas, cujo único objetivo é encontrar um lindo príncipe encantado, o ideal do modelo masculino, alguém forte, corajoso, astuto, viril, cortês etc.
E as bruxas? São más porque são feias, são feias porque são más…
Há um vetor de mudança no Ocidente?
Uma dica: Shrek (2001) – o filme  – é uma metáfora enraizada na complexidade e na visão sistêmica, pois resgata, no lugar da beleza das máscaras, a beleza expressada na multiplicidade da natureza humana e nos convida a perguntar: o que é belo? O que é feio? E se os inquisidores do mundo da moda tentarão nos impor “o bonito” e “o feio”, essa estória nos ajuda a nos desprender da padronização que nos mantêm cativos nessa “gaiola dos belos”.  
Fiona é uma princesa que carrega uma dupla natureza: é uma “princesa” e uma “ogra”. Mas, crê que sua real identidade é a de “princesa”. O ogro Shrek, por sua vez, nega sua natureza de “príncipe”, pois, aparentemente, é feio, rude e habita em um pântano. Ocorre que ambos se apaixonam e vão descobrindo a beleza de ser quem se é realmente, segundo a saudável mistura de “sombra e luz”, “princesa-e-ogra”, “príncipe-e-ogro”…
Shrek – o filme – aborda a beleza de um novo ângulo, porque considera o elo entre beleza, bondade e verdade. Por isso, reflete também sobre um novo feminino – determinado, ativo, e um novo masculino – dócil e bondoso, redesenhando as ideias sobre amor, amizade, e, sobretudo, revelando a possibilidade de se conviver com as diferenças sem o peso dos padrões estéticos, um nítido convite à consciência de alteridade e à beleza original, que faz de cada ser humano um “modelo” único.
Eugênia Pickina – Palavra Terra
FONTE:
https://cuidarseblog.wordpress.com/tag/consciencia-de-alteridade/

E quando a pessoa não consegue fazer a transferência? | Christian Dunker | Falando nIsso 93

  No vídeo-pílula de hoje, ele se aprofunda na questão da transferência.     -- Bibliografia  As novas doenças da alma  (Julia Kristeva) Dia...