segunda-feira, 27 de julho de 2020

Aprenda de uma vez por todas qual é a diferença entre frase, oração e período



Frase é um enunciado de sentido completo e pode ser formada por uma ou mais palavras; 

Por exemplo: “Socorro!” é uma frase com sentido completo, alguém precisa de ajuda, pede por socorro. Claro que existem frases com verbos, mas, quando isso ocorre, essa frase é constituída de orações.

Oração é uma frase que contenha um verbo (ou locução verbal); 


[...] Dentro de uma frase podemos ter uma ou mais orações. Por exemplo: “Socorro, eu preciso de ajuda!”. Nesta frase, temos uma oração: “Eu preciso de ajuda.” Ou seja, todas as vezes que tivermos um verbo dentro da frase, temos uma oração; [...].






Período é uma frase formada por uma ou mais orações, podendo então ser simples ou composto.

[...]Por exemplo: “Assim que ela chegouapresentou as novas ações a serem executadas.”. Note que há 3 verbos; portanto, temos mais de uma oração, formando, assim, um período composto. Inclusive, temos um caso de subordinação, que revela a dependência dos períodos e confirma que nem toda oração tem sentido sozinha.

Essa estrutura sintática, então, reúne orações e tem sentido completo. Os períodos se subdividem em simples e composto. O primeiro é formado por apenas uma oração, já o segundo por mais de uma.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

O hábito da leitura entre pais e filhos

O hábito da leitura entre pais e filhos é um grande aliado para a criação de vínculos familiares, além de contribuir fortemente para o desenvolvimento de pontos importantes nas crianças, como o vocabulário, o desenvolvimento cognitivo e emocional. 
As crianças que ouvem histórias desde bebês e mantém esse hábito de leitura com os pais desenvolvem o seu senso crítico, tornado-as capazes de questionar, alimentando a curiosidade em relação ao que veem no seu dia a dia e fazendo-os perceber o mundo a sua volta. 

Além dos pais, os educadores e profissionais que contribuem para a educação infantil tem um papel importante nesse hábito, pois a sua atitude positiva pode inclusive influenciar os pais a adotarem essa prática, e auxiliar a família na escolha de livros e obras que melhor se encaixam no perfil de cada um. 

A importância do hábito de leitura para crianças

Os pequenos sempre gostam de histórias. Aquelas páginas coloridas e cheias de vida representam para eles um mundo repleto de novidades e estímulos, tendo eles diferentes formas de interação com o mesmo enredo. 
Ana Vasconcellos, educadora e pesquisadora do Instituto Presbiteriano Mackenzie, diz que: “A criança que lê, possui mais conhecimento do mundo, requisito básico para o desenvolvimento de uma melhor interpretação textual, habilidade fundamental no contexto escolar. Sem a leitura, o desempenho nas demais disciplinas estudadas na escola é comprometido”.
Ainda bebês começamos a desenvolver nossas primeiras habilidades. Ter o hábito de ler para os bebês pode trazer alguns benefícios como: segurança, um maior desenvolvimento da criatividade e ensinar a criança e trabalhar com o seu repertório visual, sua capacidade de imaginar a história.

Além disso, estudos comprovam que o incentivo a leitura em crianças maiores consegue trabalhar também a sua fonoaudiologia (o que é muito importante para quando forem alfabetizados) e a sua inteligência cognitiva, conseguindo inclusive uma redução no número de crianças com problemas de comportamento. 

Leitura entre pais e filhos

Porém, para uma criança aprender o hábito da leitura por si só é uma tarefa difícil. Sabemos que alguns estímulos dados pelos pais para que esse hábito seja criado e posteriormente desenvolvido são bastante importantes, sendo o principal deles a leitura entre pais e filhos. 
Entretanto, mesmo essa ação entre pais e filhos precisa de alguns cuidados para poder incentivá-los da maneira correta:
  • 1. Criação de um lugar especial, um "cantinho da leitura";
  • 2. Manter esse lugar atraente e fazer com que chame a atenção dos pequenos;
  • 3. Incentivar a criação de materiais ou desenhos baseados na história que foi lida e interpretada. 
Além do reforço dos laços afetivos, temos também alguns dados concretos: um estudo feito pela Universidade de Nova York, com a colaboração do IDados e do Instituto Alfa e Beto, mostra um aumento de 14% no vocabulário das crianças cujo os pais leem para elas pelo menos 2 livros por semana. Além disso, foi percebido um aumento de 27% na memória de trabalho dessas crianças. 

Além da escola

A formação do vocabulário das crianças não começa na escola, começa bem antes com a influência dos pais. E novamente, a importância da leitura para esse crescimento e desenvolvimento é muito grande. 
Estudos já mostram que o hábito da leitura por parte dos pais para os pequenos já pode ser desenvolvido ainda quando bebês, associando a leitura de livros em que eles possam manusear, tocar e cheirar. É importante os pais atraírem os bebês com sons, repetição de palavras e até a utilização da melodia, o que conquista a sua atenção. 
Ainda pequenos, até os dois anos, a leitura é importante quando atrelada a figuras e a interpretação que eles fazem da história que é contada pelos pais. Até os quatro, o enredo começa a ter um papel um pouco mais importante, fazendo com que as crianças tenham contato com formas diferentes de perceber o mundo e também outras culturas, podendo assim criar e imaginar as histórias que ouvem. 

E o papel da instituição de ensino? 


A instituição de ensino pode fortalecer ainda mais esse hábito, trazendo novas ideias de projetos e aplicações para leitura. Uma forma eficaz é por meio de softwares que sirvam como um canal aberto entre pais e professores. Tendo a comunicação aberta entre pais e mestres, essa conexão fica muito mais aberta, dinâmica e eficiente para ministrar e gerenciar projetos como esse, de tamanho impacto na vida das crianças e suas famílias. 
Além disso, integrando a escola a soluções de gestão eficientes por meio de softwares como o Philos, da Prima, há uma aproximação ainda maior dos seus estudantes com o hábito da leitura, tornando a instituição e o seu espaço destinado para o desenvolvimento desse hábito, amigas e parceiras dos pais e familiares.
O Philos possibilita a reserva e renovação online de livros da instituição de ensino, que os pais podem emprestar e ler com as crianças em casa ou em qualquer local que seja o seu "cantinho da leitura". 

terça-feira, 7 de abril de 2020

Yin e Yang

Segundo a filosofia chinesa o yin yang é a representação do positivo e do negativo, sendo o princípio da dualidade, onde o positivo não vive sem o negativo e vice e versa. O criador desse conceito foi I Ching, ele descobriu que as formas de energias existentes possuem dois pólos e identificou-o como Yin e Yang. O Yin representa a escuridão, o princípio passivo, feminino, frio e noturno. Já o Yang representa a luz, o princípio ativo, masculino, quente e claro. Além disso, também são indicados como o Tigre e o Dragão, representando lados opostos. Quanto mais Yin você possuir, menos Yang terá e, quanto mais Yang possuir menos Yin você terá. Essa filosofia diz que para termos corpo e mente saudável é preciso estar em equilíbrio entre o Yin e o Yang. Há sete leis e doze teoremas da combinação das energias Yin e Yang:

As leis são;

1. Todo o universo é constituído de diferentes manifestações da unidade infinita;
2. Tudo se encontra em constantes transformações;
3. Todas as contrariedades são complementares;
4. Não há duas coisas absolutamente iguais;
5. Tudo possui frente e verso;
6. A frente e o verso são proporcionalmente do mesmo tamanho;
7. Tudo tem um começo e um fim.

Os teoremas são;

1. Yin e Yang são duas extremidades de pura expansão infinita: ambas se apresentam no momento em que a expansão atinge o ponto geométrico da separação, ou seja, quando a energia se divide em dois;
2. Yin e Yang originam-se continuamente da pura expansão infinita;
3. Yang tende a se afastar do centro; Yin tende a ir para o centro; E ambos produzem energia;
4. Yin atrai Yang e Yang atrai Yin; Yin repele Yin e Yang repele Yang;
5. Quando potencializados, Yin gera o Yang e Yang gera o Yin;
6. A força de repulsão e atração de todas as coisas é proporcional à diferença entre os seus componentes Yin e Yang;
7. Todos os fenômenos têm por origem a combinação entre Yin e Yang em várias proporções;
8. Os fenômenos são passageiros por causa das constantes oscilações das agregações dos componentes Yin e Yang;
9. Tudo tem polaridade;
10. Não há nada neutro;
11. Grande Yin atrai pequeno Yin; o grande Yang atrai o pequeno Yang;
12. Todas as solidificações físicas são Yin no centro e Yang na periferia.

O Yin e o Yang são representados pela figura abaixo:


O lado negro é o Yin e o branco o Yang; o pequeno círculo branco no lado negro significa que o Yin possui o Yang e, o círculo que o lado branco possui significa que Yang possui Yin.
Por Eliene Percília


Fonte: ESCOLA, Equipe Brasil. "Yin e Yang"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/yin-yang.htm. Acesso em 07 de abril de 2020.

Filosofia Oriental - Brasil Escola

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

A construção do conhecimento da leitura e da escrita segundo Emília Ferreiro


Emília Ferreiro é uma das maiores influências brasileiras para educadores e toda comunidade escolar quando se trata de níveis de alfabetização.

Segundo Emília, a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, embora aberta à interação social, na escola ou fora dela.
No processo, a criança passa por etapas, com avanços e recuos, até se apossar do código linguístico e dominá-lo.
De acordo com a teoria da Psicogênese da língua e da escrita, toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada. São elas:
PRÉ-SILÁBICO

Neste primeiro nível, a criança começa perceber que a escrita representa aquilo que é falado. Ela tenta se aventurar pela escrita e por meio da reprodução de rabiscos e desenhos. Ainda não consegue relacionar as letras, com os sons da língua falada.

SILÁBICO

Nesse nível a criança começa a perceber a correspondência entre as letras daquilo que é falado. Interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma, cada sílaba representa uma letra.

SILÁBICO-ALFABÉTICO

Começa a compreender que as sílabas possuem mais que uma letra (fará a transição de ora utilizar uma letra para cada sílaba, ora reconhecer os demais fonemas das palavras e passar a empregá-los). Mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas;

ALFABÉTICO

Última hipótese relacionada a alfabetização. Já consegue reproduzir adequadamente todos os fonemas de uma palavra, caracterizando a escrita convencional. Domina, enfim, o valor das letras e sílabas.




quinta-feira, 6 de junho de 2019

A criança e a alfabetização construtivista




Para explicar melhor o funcionamento do método de alfabetização construtivista e de como a criança aprende por meio deles, elencamos abaixo algumas das suas principais características. Veja só!


O educador como mediador


É fundamental que o educador, dentro da metodologia construtivista de alfabetização, tenha conhecimento sobre as diferentes etapas de aquisição de leitura e escrita — níveis pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.

Uma vez que o conhecimento novo se desenvolve a partir de um conhecimento anterior, é muito importante que o ritmo do aluno seja respeitado. Isso significa que o educador deve estar preparado para reconhecer e identificar a etapa na qual seu aluno se encontra, pois isso determinará os novos estímulos e indicará qual deve ser o próximo passo a ser alcançado por seu aluno no processo de alfabetização.

Assim, quando a criança escreve uma palavra sem atentar para as normas, sem se adequar aos padrões formais da escrita, esse fenômeno não deve ser avaliado como mero erro de ortografia a ser descartado ou repreendido. Pelo contrário, o olhar atento do educador construtivista sabe que o “erro” pode justamente evidenciar as hipóteses da criança para a representação dos sons na escrita. Em outras palavras, aprende-se com o erro na medida em que este aponta para a etapa da alfabetização na qual o aluno se encontra e serve de orientação para o tipo de atividade de que ele necessita para progredir.


O aprendizado pela prática

Como a experiência é um ponto muito importante para o construtivismo, os alunos devem ser incentivados a ler e a escrever com bastante frequência — mesmo aquilo que eles provavelmente não saberão escrever.
Se outros métodos incentivam os alunos a ler textos muito simples ou simplificados para fins didáticos, e a escrever textos também muito curtos e bem simples para evitar erros, na alfabetização construtivista os alunos serão incentivados a interagir com textos simples, porém autênticos. A dificuldade ou o erro não serão vistos como obstáculos a contornar, mas como oportunidades para aprender, para se desafiar.
Isso significa que na sua experiência com a leitura e a escrita, o aluno não se depara com barreiras artificiais. Pelo contrário, ele é estimulado a enfrentar a escrita com naturalidade, tendo oportunidade de experimentá-la em sua complexidade e de se desenvolver cognitivamente ao criar, testar e reelaborar suas hipóteses em relação ao funcionamento da língua.

A importância das experiências anteriores

A criança não tem a escola como o único lugar de aprendizagem. Sua casa também é um espaço muito importante de aprendizagem.
O contato da criança com materiais escritos em casa, ainda que não seja determinante para o processo, também enriquece sua experiência e influencia na sua intimidade com a escrita.
Numa turma de alfabetização, cada aluno será portador de uma experiência diferente, podendo avançar e recuar em suas hipóteses até dominar o código linguístico por completo. O contato com o mundo letrado poderá ser mais ou menos intenso, dependendo do exemplo e do estímulo que recebe da família.
Uma criança que habitualmente escuta a leitura de histórias antes de dormir, por exemplo, provavelmente desenvolverá uma relação mais próxima com os textos literários do que outra criança que não tenha vivenciado tal experiência. Além disso, as crianças poderão se deparar com diferentes mídias e gêneros textuais em placas, cartazes, livros, jornais, revistas, quadrinhos, jogos ou internet dentro e fora de casa ou da escola.

A necessidade de acompanhar de perto

Uma vez que cada aluno traz de casa uma bagagem diferente, alguns terão mais intimidade com o texto escrito que outros. Sendo assim, é muito importante que na alfabetização construtivista os alunos tenham o seu desempenho acompanhado individualmente por seus professores.
Tendo em mente as etapas da aquisição de leitura e escrita de que falamos, o professor deve estar sempre atento para proporcionar uma nova atividade ao seu aluno, algo que não o desmotive por não trazer nada de novo, nem o frustre por estar muito além do seu nível de alfabetização.
As crianças, no esforço de se comunicarem, também buscam caminhos diferentes da linguagem escrita. Muitas produzem desenhos que tampouco devem ser ignorados por seus professores. Esses outros modos de significar não necessariamente concorrem com a aprendizagem da escrita. Afinal de contas, na comunicação contemporânea, é bastante comum vermos palavras e imagens aparecerem lado a lado.

A necessidade de se atualizar

A alfabetização e os outros desdobramentos do conceito de construtivismo na educaçãosão alguns dos exemplos de metodologias que surgem como alternativas aos métodos da escola tradicional. A importância de conhecê-los se justifica pelas mudanças dos valores culturais da sociedade e consequentemente das habilidades que hoje acreditamos serem relevantes para o desenvolvimento de nossas crianças.
Afinal, se a sociedade se transforma, não é de espantar que a escola também possa seguir o mesmo caminho, não é? Nesse sentido, faz-se cada vez mais oportuno que os educadores se mantenham informados sobre as discussões em relação à escola e se disponham a permanecer aprendendo e a reciclar a sua metodologia de ensino.
Exemplos transformadores como o da alfabetização construtivista nos mostram como é importante que não apenas os profissionais da educação, mas também os pais que se interessam pela educação dos seus filhos, busquem cursos de capacitação e, dessa maneira, se atualizem.


O que é o método de ensino construtivista?


A base do pensamento construtivista consiste em considerar que há uma construção do conhecimento e, que para que isso aconteça, a educação deverá criar métodos que estimulem essa construção, ou seja, ensinar aprender a aprender.
Essa linha pedagógica entende que o aprendizado se dá em conjunto entre professor e aluno, ou seja, o professor é um mediador do conhecimento que os alunos já têm em busca de novos conhecimentos criando condições para que o aluno vivencie situações e atividades interativas, nas quais ele próprio vai construir os saberes.
Essa filosofia de ensino é inspirada na obra de Jean Piaget (1896-1980), biólogo e psicólogo suíço que se dedicou a pesquisas relacionadas às formas de aquisição de conhecimento.
A discussão principal de seus estudos é a ideia de que o conhecimento é construído por meio das interações entre sujeitos e o meio.
A linha pedagógica construtivista chegou à América Latina através da argentina Emilia Ferreiro que foi aluna do Jean Piaget na Universidade de Genebra.
Ela escreveu o livro “Psicogênese da Língua Escrita”, em parceria com Ana Teberosky no qual defende que a aprendizagem se dá através do todo para as partes e que cada criança aprende em seu tempo.

Características principais de uma escola construtivista

Salas com menos alunos

Como a proposta do ensino construtivista é que o aluno participe ativamente de seu aprendizado, o ideal é trabalhar em salas de aula com menos alunos.
Dessa forma, as experiências e as interações deverão acontecer de maneira a estimular e a facilitar as descobertas e a aprendizagem, além de possibilitar que o professor  tenha condições para  acompanhar de perto cada aluno, entendendo suas necessidades, contribuindo para a sua formação.

Métodos de avaliação diferenciados

Uma das características inovadoras do método construtivista são as maneiras de avaliação.
As escolas construtivistas não elaboram testes e provas para verificar se o aluno absorveu o conteúdo ensinado, tendo em vista que, como os professores estão acompanhando a aprendizagem do aluno continuamente, os testes não são necessários.
No entanto, as escolas aplicam as avaliações diagnósticas, que são instrumentos para que professor entenda as especificidades de interferência e atue para que haja melhor aproveitamento dos seus alunos sobre o que estão aprendendo.

Menor interferência do professor

O professor é entendido como um mediador e motivador das interações entre os alunos e entre eles e o meio. O educador busca criar situações que estimulem a construção do aprendizado.
Além disso, ele entende que cada aluno possui seu processo próprio de aquisição de conhecimento e, por isso, propõe várias formas de aprender um determinado conteúdo.

Sala organizada em círculos

A ideia de que o professor não é um detentor de conhecimento a ser transmitido aos alunos também reflete na organização da sala.
Em vez de um professor na frente e no centro da sala, com mesas e cadeiras viradas para ele, uma sala construtivista é organizada em círculos, o que favorece a interação e a participação dos alunos.
É importante destacar que nas escolas que seguem essa metodologia, há uma maior interação com outros ambientes, bem como com outras turmas.

Qual o papel da família no ensino construtivista?

Um dos objetivos do método construtivista é proporcionar autonomia e senso crítico nos indivíduos.
Sendo assim, as famílias precisam entender que o ensino construtivista vai fazer ainda mais sentido se a educação dentro de casa não for tão diferente do que acontece nas escolas.
Por exemplo, exigir que a criança aprenda de maneira descontextualizada os números, só irá fazer com que ela fique insegura.
É preciso conhecer e ser presente na escola dos filhos para que possam ficar seguros sobre a educação escolar bem como, sobre a educação familiar.
Para aproximar a escola da família, as instituições que adotam essa metodologia de ensino são preocupadas com a participação delas e, além de terem seus espaços abertos para a participação, criam ações que buscam aproximar a família de maneira efetiva para que ambos possam contribuir com a formação dos jovens.

A psicopedagogia no Brasil: Novas Perspectivas

Palestrante: Pp. Jossandra Barbosa Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil - SINDPSICOPP-BR Historiadora Psicopedagoga Neuropsi...