quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Dificuldade de Aprendizagem

Segundo (GRIGORENKO, STERNEMBERG, 2003, p.29),

“Dificuldade de aprendizagem significa um distúrbio em um ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos no entendimento ou no uso da linguagem, falada ou escrita, que pode se manifestar em uma aptidão imperfeita para ouvir, pensar, falar, ler, escrever, soletrar ou realizar cálculos matemáticos”.

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O PROCESSO ESCOLAR DE ALFABETIZAÇÃO E AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
Quando pensamos no processo de alfabetização, logo nos vem à mente o grande avanço e sem dúvida é possível considerar a alfabetização como uma grande conquista, pois até o final da Segunda Guerra Mundial uma boa parte da população era analfabeta, e foi a partir daí que a escola passou a ser um lugar importante com uma fundamentação voltada para a urbanização e a industrialização. A partir dessa era em meados de 1950, além de existir grande imigração da população que residia na zona rural para a zona urbana, houve uma grande preocupação em preparar as novas gerações para a sociedade aumentando então o número de crianças matriculadas, mas o analfabetismo continua até os dias de hoje e com um marco muito grande na sociedade atual.
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Mesmo sendo a alfabetização um processo fundamental   para o desenvolvimento geral da sociedade, a escola ainda carrega características históricas muito fortes que partem desde o fracasso escolar atingindo também a estrutura física e a formação continuada de professores e isso é um dos resultados do ainda existente analfabetismo no Brasil e certamente todos estes aspectos colaboram para o surgimento das Dificuldades de Aprendizagem. O fato é que, quando paramos para refletir em relação à educação envolvendo a alfabetização, é possível relembrar também que vários são os reflexos trazidos desde a antiguidade até os dias de hoje, pois partindo das humildes escolas com salas de aulas adaptadas, com alunos de diversas séries, pouco material pedagógico, muito   vale o esforço do professor e do aluno para superar esses obstáculos e é claro essa realidade ainda existe em escolas de pequenos povoados em alguns Estados e isso de certa forma colabora para o fracasso escolar, ou seja, a qualidade de ensino das escolas públicas em nosso país é tão corriqueira que tem a capacidade de formar alunos que mal sabem ler e escrever.
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É fundamental que ao pensar em alfabetizar seja levado em consideração o aspecto social da criança, pois é preciso criar possibilidade para que essa criança seja estimulada e assim será possível demonstrar as diversas habilidades, potencialidades, sendo a criança um ser capaz apesar das diversas dificuldades existentes.
FONTE: http://fce.edu.br/blog/alfabetizacao-e-letramento-dificuldades-de-aprendizagem-e-sua-intervencao-no-processo-escolar/


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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer (Livro)



No livro Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer ressaltam que as "hipóteses que as crianças desenvolvem constituem respostas a verdadeiros problemas conceituais, semelhantes aos que os seres humanos se colocaram ao longo da história da escrita". E completa: o desenvolvimento "ocorre por reconstruções de conhecimentos anteriores, dando lugar a novas construções". Diagnosticar o que os alunos sabem, quais hipóteses têm sobre a língua escrita e qual o caminho que vão percorrer até compreender o sistema e estar alfabetizados permite ao professor organizar intervenções adequadas à diversidade de saberes da turma. O desafio é propor atividades que não sejam tão fáceis a ponto de não darem nada a aprender, nem tão difíceis que se torne impossível para as crianças realizá-las. 
Ferreiro e Teberosky observaram que, na tentativa de compreender o funcionamento da escrita, as crianças elaboram verdadeiras "teorias" explicativas que assim se desenvolvem: a pré-silábica, a silábica, a silábico-alfabética e a alfabética.

São as chamadas hipóteses.

As conclusões desse estudo são importantes do ponto de vista da prática pedagógica, pois revelam que os pequenos já começaram a pensar sobre a escrita antes mesmo de ingressar na escola e que não dependem da autorização do professor para iniciar esse processo.

"Todos eles precisam de oportunidades para pôr em jogo o que sabem para se aproximar pouco a pouco desse objeto importante da cultura", ressalta Regina. 


Aqueles que não percebem a escrita ainda como uma representação do falado têm a hipótese pré-silábica.

Ela se caracteriza em dois níveis:

No primeiro, as crianças procuram diferenciar o desenho da escrita, identificando o que é possível ler.

Já no segundo nível, elas constroem dois princípios organizadores básicos que vão acompanhá-las por algum tempo durante o processo de alfabetização: o de que é preciso uma quantidade mínima de letras para que alguma coisa esteja escrita (em torno de três) e o de que haja uma variedade interna de caracteres para que se possa ler. Para escrever, a criança utiliza letras aleatórias (geralmente presentes em seu próprio nome) e sem uma quantidade definida.
Quando a escrita representa uma relação de correspondência termo a termo entre a grafia e as partes do falado, a criança se encontra na hipótese silábica. O aluno começa a atribuir a cada parte do falado (a sílaba oral) uma grafia, ou seja, uma letra escrita.
Essa etapa também pode ser dividida em dois níveis: no primeiro, chamado silábico sem valor sonoro, ela representa cada sílaba por uma única letra qualquer, sem relação com os sons que ela representa. No segundo, o silábico com valor sonoro, há um avanço e cada sílaba é representada por uma vogal ou consoante que expressa o seu som correspondente. 
A hipótese silábico-alfabética corresponde a um período de transição no qual a criança trabalha simultaneamente com duas hipóteses: a silábica e a alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.





Quando a escrita representa cada fonema com uma letra, diz-se que a criança se encontra na hipótese alfabética. "Nesse estágio, os alunos ainda apresentam erros ortográficos, mas já conseguem entender a lógica do funcionamento do sistema de escrita alfabético", explica Regina. 



Fonte:
(Conteúdo completo)
https://novaescola.org.br/conteudo/2489/diagnostico-na-alfabetizacao-para-conhecer-a-nova-turma





domingo, 5 de agosto de 2018

Vista minha pele (video completo)



"Vista a Minha Pele" é uma divertida paródia da realidade brasileira. Serve de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala de aula.

A psicopedagogia no Brasil: Novas Perspectivas

Palestrante: Pp. Jossandra Barbosa Presidente do Sindicato dos Psicopedagogos do Brasil - SINDPSICOPP-BR Historiadora Psicopedagoga Neuropsi...